A corrida eleitoral de outubro já mobiliza as direções partidárias nos 26 estados e no Distrito Federal. Em Mato Grosso, sete nomes se apresentam como pré-candidatos ao governo e 11 disputam espaço para concorrer ao Senado Federal.
As convenções que oficializarão as chapas devem ocorrer entre 20 de junho e 5 de agosto, conforme o calendário do Tribunal Superior Eleitoral. Nesse período, partidos e pré-candidatos estão autorizados a buscar recursos financeiros e a divulgar propostas.
No pleito de 2022, além da escolha para presidente, governador, deputado federal e deputado estadual, cada eleitor mato-grossense votará em dois representantes para o Senado.
Para o Executivo estadual, aparecem como cotados o empresário Alex Pucineli, o geólogo Caiubi Kuhn, o senador e ex-governador Jayme Campos, o empresário da construção civil Marcelo Maluf, o empresário Maurício Coelho, o produtor rural e ex-prefeito de Água Boa Maurício Tonhá, a médica e empresária Natasha Slhessarenko, o vice-governador eleito na chapa de Mauro Mendes, o jornalista e empresário Rafael Milas, o sargento da Polícia Militar Laudicério Machado e o senador Wellington Fagundes, que conta com apoio do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Na disputa pelas duas vagas ao Senado surgem um produtor rural e ex-presidente da Aprosoja Brasil que repete a tentativa de conquistar o mandato, o atual senador que deixou o Ministério da Agricultura e Pecuária para dedicar-se integralmente à campanha de reeleição, a deputada estadual mais votada e presidente do MDB-MT, um deputado federal e ex-senador que se apresenta como principal nome da ala bolsonarista e da direita conservadora, o suplente que assumiu a cadeira de Fávaro e busca viabilizar candidatura própria, o ex-governador que renunciou ao cargo para disputar a vaga e um ex-governador e ex-senador que assumiu o comando do PSB no estado em busca de retorno ao Congresso Nacional.
Durante a pré-campanha, os postulantes podem mencionar a possível candidatura, participar de entrevistas, debates, eventos partidários fechados e divulgar propostas nas redes sociais. Também estão liberados para solicitar apoio político sem pedir voto, percorrer o estado em agendas políticas e reunir-se com representantes de setores econômicos, sociais e lideranças locais.
Com informações de Metrópoles
