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Mulher é indiciada por lesão corporal contra filha de Oswaldo Eustáquio em bar de Brasília

A 1ª Delegacia de Polícia da Asa Sul, da Polícia Civil do Distrito Federal, concluiu o indiciamento de Iasmin Pinheiro por lesão corporal contra Mariana Volf Pedro Eustáquio, de 18 anos, filha do jornalista Oswaldo Eustáquio. A agressão ocorreu durante uma briga no Contexto Bar, no Setor de Clubes Sul, em Brasília.

Imagens de segurança analisadas pelos investigadores mostram o momento em que Iasmin puxa os cabelos de Mariana, que cai ao chão aparentemente inconsciente. De acordo com a polícia, a suspeita já havia se envolvido em outra confusão momentos antes, trocando agressões com uma amiga da jovem.

No depoimento prestado, Mariana afirmou que se aproximou para ajudar a amiga quando teve os cabelos puxados por Iasmin, caiu para trás, bateu a cabeça e perdeu a consciência. Posteriormente, foi informada de que poderia ter sido pisoteada enquanto estava desacordada.

Encaminhada ao Hospital Santa Lúcia, a vítima realizou exames que constataram fratura na vértebra L2 da coluna lombar e hematoma na cabeça.

O delegado Ricardo Farias informou que depoimentos, registros de câmeras e laudos iniciais sustentam o indiciamento de Iasmin por lesão corporal. Ele acrescentou que a classificação poderá ser revista após a conclusão de um exame pericial complementar, destinado a confirmar se houve incapacidade para as atividades habituais por mais de trinta dias ou outras consequências médico-legais de maior gravidade.

A investigação também resultou no indiciamento de Giovanna Fernandes, amiga de Mariana, por lesão corporal, pois ela e Iasmin teriam trocado agressões físicas durante o tumulto.

Segundo a coluna que revelou o caso, a confusão começou após a partida entre Brasil e Marrocos válida pelas Eliminatórias da Copa do Mundo de 2026. As defesas das indiciadas não foram localizadas pela reportagem.

Oswaldo Eustáquio reside atualmente na Espanha e possui mandados de prisão em aberto no Brasil, expedidos pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal. Ele é investigado pelos crimes de ameaça, corrupção de menores e tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito relacionados aos atos de 8 de janeiro de 2023 e nega as acusações.

Com informações de Metrópoles

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