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Itaú confirma subscrição de debêntures do Estadão e relata aporte de R$ 15 milhões

O Itaú informou que participou, em 2024, da emissão de debêntures do Grupo Estado dentro de uma operação de reestruturação de dívida, realizada em conjunto com outras instituições financeiras de grande porte. O banco declarou que seu investimento alcançou R$ 15 milhões e que a iniciativa tem caráter exclusivamente de crédito de mercado, adotando condições consideradas usuais para esse tipo de transação e observando os parâmetros regulatórios.

Segundo o comunicado, a natureza jurídica da debênture não confere ao Itaú poder de administração, gestão, participação em conselho ou influência sobre a linha editorial do jornal. A manifestação foi encaminhada após a divulgação de que bancos e empresários injetaram, no total, R$ 142 milhões no Estadão, empresa que acumulava prejuízo de R$ 159 milhões.

O aporte ocorreu no contexto de uma negociação que resultou na entrada de três representantes dos investidores no conselho de administração do veículo. Passaram a integrar o colegiado Marcelo Pereira Malta de Araújo, ex-executivo do grupo Ultra; Marco Bologna, sócio da Galápagos; e Tito Enrique da Silva Neto, ex-presidente do Banco ABC. Permaneceram no conselho, pelo lado do jornal, Francisco de Mesquita Neto, Roberto Crissiuma Mesquita e Manoel Lemos.

Os investidores também condicionaram o acordo à troca de comando executivo. Em junho de 2024, poucos dias após a operação financeira, Erick Bretas assumiu o cargo de CEO, substituindo Francisco de Mesquita Neto, que passou a ocupar cadeira no conselho.

Relatório divulgado em 9 deste mês mostrou novo prejuízo de R$ 16,8 milhões no ano de 2025. O texto do Itaú não abordou esse resultado nem as participações que o banco mantém em outros veículos de comunicação.

Com informações de Metrópoles

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