','

'); } ?>

Prefeitura de Palmas inicia mapeamento participativo de ribeirinhos e pescadores artesanais

A Secretaria Extraordinária de Igualdade Racial e Direitos Humanos (Seirdh) da Prefeitura de Palmas lançou, na sexta-feira, 18 de setembro de 2026, o Mapeamento Participativo dos Povos e Comunidades Tradicionais Ribeirinhas e Pescadores Artesanais do município. O formulário foi apresentado em reunião na sala de reuniões da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social (Sedes), ocasião em que representantes das comunidades puderam conhecer o questionário, esclarecer dúvidas e receber orientações sobre o preenchimento. A ferramenta está disponível on-line.

O levantamento pretende identificar perfil, modos de vida, territórios e principais necessidades de pessoas que se autodeclaram ribeirinhas ou pescadoras artesanais e mantêm vínculos culturais, sociais, econômicos e territoriais com os rios e seus espaços tradicionais. A ação é realizada em parceria com o Instituto Estadual de Povos e Comunidades Tradicionais do Tocantins, a Rede de Povos e Comunidades Tradicionais (Rede de PCTs), a Colônia de Pescadores Z10 de Palmas e a Associação dos Pescadores Profissionais do Estado do Tocantins (Appet).

O titular da Seirdh, Joelson Soares, afirmou que o mapeamento busca aproximar o poder público da realidade vivida por essas comunidades, permitindo conhecer quem são, onde estão e quais necessidades enfrentam, para subsidiar um diagnóstico preciso e estabelecer diálogo permanente.

Além de líderes de associações e colônias de pesca, participaram do encontro representantes da Secretaria Estadual da Pesca e Aquicultura (Sepea) e da Secretaria Municipal de Saúde (Semus), que acompanharam a apresentação e as discussões sobre demandas do setor.

O coordenador da Rede de PCTs, João Bosco Campos, avaliou que o levantamento pode dar visibilidade aos oito segmentos de povos e comunidades tradicionais existentes em Palmas, permitindo que suas demandas passem a ser consideradas nas políticas públicas. A advogada e ativista da pesca artesanal, Thalyta Gomes de Sousa, destacou a importância de articulação entre as diferentes esferas do poder público para que as informações coletadas se convertam em medidas efetivas. O pescador José Wilson Pereira apontou a relevância da participação comunitária e do diálogo com órgãos governamentais para fortalecer as reivindicações do grupo.

Com informações de Palmas

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *