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Fábio Vaz discute educação indígena em Palmas e amplia interlocução com comunidades originárias

O pré-candidato a deputado federal Fábio Vaz (Republicanos) reuniu-se na noite de quinta-feira, 28, em Palmas, com lideranças da educação indígena durante a Caravana Pensar Tocantins. No encontro, ele defendeu que a política educacional para os povos originários seja construída mediante escuta, respeito às identidades e participação popular.

Entre os participantes esteve o vereador de Itacajá e professor da rede estadual Renato Yahé. Fábio Vaz agradeceu à comunidade indígena presente, considerou “uma honra” ouvir os relatos e declarou que Renato serve de inspiração no tema.

Os organizadores avaliaram que a iniciativa trouxe visibilidade a um assunto pouco tratado no debate público e reforçou a interlocução de Fábio com professores e comunidades indígenas. O pré-candidato sustentou que a educação dirigida aos povos originários deve priorizar cultura, território, língua e participação comunitária.

Renato Yahé apontou o espaço dedicado ao tema como motivo de alegria e afirmou que a roda de conversa foi fundamental para ampliar o conhecimento de vários docentes sobre educação indígena.

A agenda em Palmas ocorreu na mesma semana em que Fábio Vaz esteve com o povo Xerente, em Tocantínia, durante a autorização concedida pelo governador Wanderlei Barbosa para a reforma e ampliação do Centro de Ensino Médio Xerente Warã (CEMIX). O projeto inclui banheiros acessíveis, refeitório padrão, quadra poliesportiva e outras melhorias.

Fábio relacionou o início da obra à mobilização de estudantes que apresentaram demandas da escola e foram levados por ele ao governador. Segundo o pré-candidato, a execução dos serviços confirma que a participação da juventude gera transformações concretas.

Quando comandou a Secretaria da Educação, Fábio Vaz destinou mais de R$ 20 milhões a construções, reformas e melhorias em escolas indígenas. Nesse período, a pasta elaborou a política estadual para o setor, produziu material didático em língua materna, formou professores indígenas, selecionou diretores indígenas, previu concurso público com vagas específicas, implantou o programa Alfabetiza Mais Indígena e entregou notebooks, mochilas e material escolar.

Com informações de Atitude Tocantins

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