O pré-candidato do Novo à Presidência, Romeu Zema, defendeu nesta segunda-feira (27), durante a convenção nacional do partido em Brasília, a criação de um superpresídio localizado em região isolada da Amazônia para receber líderes de facções criminosas.
Zema afirmou que todos os chefes desses grupos seriam transferidos para a unidade e permaneceriam isolados por, no mínimo, 25 anos. Segundo o político, a medida faz parte de um plano para endurecer o combate ao crime organizado no país.
Ao justificar a proposta, ele mencionou a estratégia adotada pelos Estados Unidos de classificar facções como organizações terroristas e declarou que o Brasil deveria ter adotado esse enquadramento anteriormente, com o objetivo de recuperar áreas onde criminosos teriam ampliado sua influência.
Zema também apresentou sugestão de limitar a 15 anos o período de permanência dos ministros do Supremo Tribunal Federal. Ele qualificou o ingresso na Corte como o ápice de uma carreira longa no meio jurídico ou acadêmico e afirmou que pretende aumentar a responsabilização de autoridades, criticando o que classificou como “farra dos intocáveis”.
As propostas foram divulgadas no mesmo evento em que o partido consolidou a pré-candidatura de Zema para as eleições presidenciais de 2026.
Com informações de Gazeta do Povo
