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Uso de tijolo ecológico impõe cinco desafios e requer planejamento integral na obra

A adoção do tijolo ecológico vem atraindo quem pretende erguer construções sustentáveis, porém o sistema apresenta cinco desafios que demandam planejamento completo antes do início da obra.

Informações publicadas pela Escola Engenharia indicam que a principal dificuldade está na escassez de mão de obra capacitada, fator que compromete a execução correta do método construtivo. O processo também exige precisão desde a primeira fiada, pois o acabamento depende do perfeito alinhamento dos blocos, sem possibilidade de ajustes simples após o assentamento.

Cada bloco precisa ser selecionado e posicionado com cuidado, aumentando a atenção durante toda a montagem. Além disso, o desenho do projeto interfere no custo final: vãos amplos podem exigir estruturas convencionais adicionais, como vigas robustas, e quanto mais a proposta se aproxima de uma construção tradicional, maior tende a ser o gasto, mesmo utilizando tijolo ecológico.

A execução de lajes requer proteção das paredes durante a concretagem para evitar escorrimentos que manchem os blocos, tornando a limpeza posterior difícil e elevando a complexidade a níveis semelhantes aos de uma obra convencional.

Outro ponto crítico é o planejamento prévio das instalações elétricas e hidráulicas. Como esses sistemas precisam ser embutidos enquanto as paredes são erguidas, alterações posteriores geram quebras, retrabalho e prejuízo ao acabamento original.

Mesmo com essas limitações, o tijolo ecológico continua valorizado pela sustentabilidade e pela eficiência térmica, desde que o projeto seja detalhado e a execução conduzida com rigor técnico em cada etapa.

Com informações de Olhar Digital

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