Moradores de apartamentos pequenos têm deixado de lado o guarda-roupa tradicional e adotado o closet aberto modular, composto por araras, nichos, prateleiras e gaveteiros independentes. O sistema, descrito como leve, funcional e econômico, pode ser montado conforme a metragem disponível, permitindo reaproveitamento total do espaço vertical.
Ao manter as roupas visíveis, a solução amplia a sensação de espaço, melhora a circulação de ar e reduz problemas de umidade e mofo comuns em armários fechados. A montagem modular também facilita a mudança de endereço, pois as peças podem ser desmontadas e reorganizadas sem necessidade de novos investimentos em marcenaria planejada.
Entre os formatos mais utilizados aparecem araras metálicas minimalistas, prateleiras suspensas, nichos organizadores, gaveteiros móveis e estruturas ajustáveis. O conjunto atende principalmente imóveis compactos, nos quais cada centímetro é valorizado.
Consumidores destacam a praticidade diária, já que a visibilidade das peças acelera a escolha de roupas e evita o acúmulo de itens esquecidos. Contudo, o modelo exige disciplina: qualquer desorganização fica exposta. Recomenda-se padronizar cabides, separar roupas por categoria ou cor, recorrer a caixas para itens pequenos, realizar limpeza frequente e evitar excesso de peças expostas. Em regiões com muita poeira, o closet aberto pede manutenção mais constante do que o guarda-roupa fechado.
A popularidade da estrutura acompanha a tendência de ambientes residenciais mais leves, multifuncionais e adaptáveis. Com apartamentos urbanos cada vez menores, soluções modulares passaram a ser vistas como estratégia de otimização de espaço, enquanto o guarda-roupa de portas pesadas começa a ser considerado ultrapassado por parte dos consumidores.
Com informações de Metrópoles
