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Polícia identifica mais dois empresários lesados por contadora suspeita de estelionato no Tocantins

A 63ª Delegacia de Polícia de Paraíso do Tocantins concluiu dois novos inquéritos que apontam mais vítimas da contadora Dalila dos Santos Silva, de 37 anos, presa preventivamente em janeiro durante a Operação Cavalo de Troia e atualmente em prisão domiciliar.

De acordo com o delegado-chefe José Lucas Melo, os dois empresários procuraram a delegacia depois de tomarem conhecimento da operação e perceberem que haviam sido enganados de maneira semelhante. Cada um acreditava estar pagando taxas exigidas para liberar supostos empréstimos de R$ 100 mil e R$ 70 mil; os prejuízos foram de R$ 26 mil e R$ 16 mil, respectivamente.

As investigações indicam que a contadora oferecia facilidades para obtenção de financiamentos, mas se apropriava dos valores entregues pelos clientes. Com o avanço dos trabalhos policiais, foram confirmadas novas práticas do mesmo delito, o que resultou em novos indiciamentos. Os autos seguirão para o Ministério Público e para o Poder Judiciário.

O Conselho Regional de Contabilidade do Tocantins informa que o registro profissional de Dalila dos Santos Silva está suspenso desde maio de 2024 por atos considerados irregulares.

A defesa, representada pelo escritório Medrado & Albuquerque, declarou que discutirá o mérito das acusações no momento processual adequado, reiterando a inocência da investigada e enfatizando o direito constitucional à presunção de inocência, ao contraditório e à ampla defesa.

A Operação Cavalo de Troia, deflagrada em janeiro, apurou que a suspeita abordava pequenos empresários com a promessa de intermediar financiamentos com juros baixos e parcelas acessíveis. Segundo a polícia, ela exigia pagamento antecipado de taxas e, dessa forma, teria se apropriado de aproximadamente R$ 40 mil de três denunciantes.

Com informações de G1

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