Nicolás Maduro foi detido na madrugada desta sexta-feira, 2 de janeiro de 2026, durante uma ofensiva conduzida por uma unidade de elite do Exército dos Estados Unidos em Caracas, informou a rede estatal venezuelana.
De acordo com a emissora, a operação incluiu lançamentos de mísseis e sobrevoos de aeronaves militares em baixa altitude. Moradores registraram explosões na capital e em outras regiões do país. Imagens compartilhadas nas redes sociais mostram o momento em que caças cruzam o céu de Caracas e clarões iluminam a cidade.
Logo após as primeiras detonações, o espaço aéreo venezuelano foi fechado por tempo indeterminado. Autoridades locais suspenderam voos comerciais e institutos de aviação civil alertaram sobre risco de novas ações militares.
Vice-presidente pede prova de vida
A vice-presidente Delcy Rodríguez afirmou não saber o paradeiro de Maduro e exigiu “prova de vida imediata”. Em pronunciamento transmitido pela televisão, ela classificou a captura como “ato de agressão estrangeira” e convocou aliados internacionais a se manifestarem.
Reações internacionais
O senador norte-americano Marco Rubio declarou que Maduro será levado aos Estados Unidos para responder a acusações federais. Já Colômbia, Irã e Rússia condenaram o ataque, classificando-o como violação da soberania venezuelana. Em contrapartida, o presidente argentino Javier Milei celebrou a ação nas redes sociais.
Imagem: Internet
Ofensiva dos Estados Unidos
A captura ocorre após Washington dobrar a recompensa oferecida por informações que levassem à prisão do líder venezuelano, acusado pelos EUA de narcoterrorismo. Nas últimas semanas, navios, submarinos e lançadores de mísseis norte-americanos foram posicionados no Caribe, aumentando a tensão na região.
Até o momento, Washington não divulgou detalhes oficiais sobre a operação nem sobre o local para onde Maduro teria sido levado.
Com informações de G1
