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Estudos indicam que ervas cultivadas em casa podem fortalecer o sistema imune e favorecer o equilíbrio emocional

Pesquisas citadas pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) associam o cultivo doméstico de ervas aromáticas a ganhos para a imunidade, ao bem-estar diário e à criação de rotinas mais leves em ambientes urbanos.

De acordo com os estudos reunidos pela instituição, plantas como hortelã, alecrim, manjericão, erva-cidreira e sálvia contêm compostos naturais ligados a ações antioxidantes, digestivas ou calmantes. A literatura científica reforça que o uso tradicional destas espécies contribui para o suporte do sistema imune e para o equilíbrio do organismo.

Além dos efeitos bioquímicos das plantas, o simples ato de plantar, regar e observar o crescimento foi relacionado a melhorias emocionais, com estímulos a foco, presença e sensação de bem-estar.

Uma revisão publicada em 2025 investigou a conexão entre hortas domésticas, exposição à microbiota do solo e impactos na saúde. O trabalho concluiu que o contato com microrganismos presentes na terra pode favorecer funções imunológicas, regular hormônios e melhorar a qualidade do ar ao redor das residências, influenciando positivamente respostas endócrinas.

Instituições como a Fiocruz e a Associação Brasileira de Fitoterapia (ABFIT) reconhecem o valor do uso tradicional de diversas ervas como apoio ao bem-estar, sobretudo quando essa prática é acompanhada de hábitos saudáveis.

A tendência de integrar plantas aos espaços urbanos, descrita como biofilia, inclui hortas em janelas, vasos inteligentes e jardinagem terapêutica. Nesta linha, especialistas apontam que ter uma mini horta em casa oferece aromas agradáveis, possibilidade de preparo de chás e infusões e sensação constante de aconchego.

Entre as opções recomendadas para iniciantes, os estudos destacam:

Hortelã – auxilia na digestão, requer cuidados mínimos e baixo custo; alecrim – fonte de antioxidantes e cultivo simples; manjericão – associado ao bem-estar geral e crescimento rápido; erva-cidreira – conhecida pelo efeito relaxante; e sálvia – relacionada à imunidade e de manutenção moderada.

Os pesquisadores observam ainda que cuidar dessas plantas tende a reduzir estresse, melhorar o humor e promover pausas conscientes em rotinas marcadas por telas e atividades intensas. A expectativa é de que, no futuro, o cultivo doméstico de ervas seja visto não apenas como hobby, mas como prática de autocuidado e qualidade de vida.

Com informações de Olhar Digital

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