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Relato indica uso da IA Claude pelo governo dos EUA para capturar Nicolás Maduro

O The Wall Street Journal informou que o governo dos Estados Unidos recorreu ao modelo de inteligência artificial Claude, desenvolvido pela Anthropic, durante uma operação militar que invadiu a Venezuela e prendeu o líder Nicolás Maduro. O periódico relatou que a informação foi confirmada por fontes confidenciais do Pentágono.

A reportagem afirma que o Departamento de Defesa, sediado no prédio conhecido como Pentágono, coordenou o emprego da ferramenta de IA. De acordo com o jornal, o acesso ao Claude ocorreu por meio de uma parceria entre o Pentágono e a Palantir Technologies, companhia especializada em análise de dados.

Pentágono, Casa Branca e Palantir não comentaram as revelações publicadas pela imprensa. Já a Anthropic declarou não saber se o Claude, ou outro modelo de IA, foi usado em missão específica ou sigilosa por órgãos do governo dos EUA, ressaltando que qualquer utilização deve seguir a política da plataforma.

Não existem confirmações públicas sobre a forma de aplicação do Claude na operação. Os relatos não especificam se o sistema analisou imagens de satélite, auxiliou no planejamento logístico, processou comunicações de inteligência, forneceu recomendações táticas em tempo real ou identificou padrões em dados de sensores. As informações permanecem vagas e baseadas em fontes anônimas.

O ato de invadir a Venezuela para capturar Maduro foi classificado por diversas nações como ameaça à soberania do país. As políticas de uso da Anthropic proíbem que a IA facilite ações violentas, apoie o desenvolvimento de armas ou conduza vigilância ofensiva. A recusa da empresa em abrir exceção para o governo dos EUA gerou atrito com o Pentágono; segundo a Reuters, o Departamento chegou a ameaçar romper um contrato avaliado em US$ 200 milhões.

Com informações de Olhar Digital

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