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Impasse entre Wanderlei Barbosa e vice reacende disputa pela sucessão no Tocantins em 2026

O processo sucessório no Tocantins para 2026 apresenta divergências entre o governador Wanderlei Barbosa e o vice-governador Laurez Moreira (PSD), situação que retoma o clima político registrado em 1998.

Naquele ano, o então governador José Wilson Siqueira Campos dependia da renúncia do vice João Cruz, que também era prefeito de Gurupi, para viabilizar a candidatura do filho, Eduardo Siqueira Campos, ao Executivo estadual. João Cruz manteve-se no cargo, Siqueira Campos não concorreu à reeleição e Eduardo Siqueira ficou impedido de disputar o governo.

Em 2026, embora Laurez Moreira se encontrasse na linha natural de sucessão, a relação com Wanderlei Barbosa não resultou em uma aliança consistente. O vice acumulou atritos dentro do grupo, passou a ser percebido como possível candidato independente e gerou incertezas na base aliada.

No mesmo cenário, o presidente da Assembleia Legislativa, Amélio Cayres (Republicanos) autor da iniciativa que alterou, pela Lei nº 4.201 de 18 de julho de 2023, o nome do Palácio Araguaia para Palácio Governador José Wilson Siqueira Campos, norma sancionada por Barbosa em 20 de julho de 2023 surge como pré-candidato governista, dividindo espaço com a senadora Dorinha Seabra.

A conjuntura atual, descrita como remanescente de 1998, expõe um ambiente de desconfiança entre governador e vice, com decisões individuais e estratégias políticas influenciando a definição do próximo nome ao comando do Estado.

Com informações de Atitude Tocantins

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