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Captura de Nicolás Maduro por militares dos EUA redesenha xadrez regional

Washington, 5 jan. 2026 – A detenção do presidente venezuelano Nicolás Maduro por forças dos Estados Unidos, realizada no início de 2026, deu novo rumo ao cenário geopolítico latino-americano e expôs mudanças na estratégia de segurança de Washington para a região.

A operação, fundamentada em informações repassadas pela Agência Central de Inteligência (CIA), foi autorizada após o governo Donald Trump enquadrar o regime de Caracas como “organização narcoterrorista”. Segundo o episódio do podcast “15 Minutos”, da Gazeta do Povo, a captura ocorreu na Venezuela e levou Maduro a Nova York, onde ele responderá a processo criminal em um tribunal de Manhattan.

Impacto imediato em Cuba e na diplomacia regional

Analistas ouvidos pelo programa afirmam que a prisão de Maduro provocou queda brusca no suporte financeiro enviado a Cuba, país historicamente aliado de Caracas. Além disso, a ação militar aumentou a tensão com governos da Colômbia e da China, que criticaram a intervenção norte-americana.

Petróleo e nova doutrina de segurança

Com a mudança no comando venezuelano, os EUA buscam consolidar controle sobre as vastas reservas de petróleo do país, enquanto aplicam uma nova doutrina de segurança nacional voltada a limitar a influência de potências externas na América Latina.

Continuidade do regime

Apesar da remoção de Maduro, a estrutura política instalada em Caracas permanece ativa sob a liderança da vice-presidente Delcy Rodríguez, apontam os participantes do podcast. O futuro do chavismo, porém, dependerá dos desdobramentos judiciais em Nova York e da capacidade de aliados regionais de manter apoio financeiro e diplomático.

Com informações de Gazeta do Povo

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