','

'); } ?>

Blocos de Carnaval homenageiam cão Orelha e pedem justiça após morte do animal

Blocos de Carnaval de diferentes regiões do país decidiram transformar os desfiles em atos de repúdio aos maus-tratos a animais e, em especial, à morte do cão comunitário Orelha. O tema está presente em agremiações do Recife, de São Paulo, do Rio de Janeiro e de Santa Catarina.

Na capital pernambucana, o Bloco da Bicharada, que completa 15 anos de desfiles, incluiu a denúncia da violência contra Orelha como parte central de sua apresentação. O grupo pretende usar a visibilidade do percurso carnavalesco para reforçar a indignação que se espalhou pelo Brasil.

Orelha era cuidado por moradores e frequentadores da Praia Brava, em Florianópolis, havia mais de uma década. O cachorro foi agredido por adolescentes e, em razão da gravidade dos ferimentos, submetido à eutanásia. A morte motivou manifestações em várias capitais, onde grupos pedem punição aos envolvidos e proteção efetiva para outros animais.

Outras agremiações também anunciaram homenagens:

BloCão Animais têm Voz, de Santa Bárbara d’Oeste (SP), participará do Carnaval de SBO 2026, marcado para 15 de fevereiro, com foco na denúncia de maus-tratos e na sensibilização dos foliões sobre direitos dos animais.

Banda dos Amigos, da Barra da Tijuca (RJ), abriu o Carnaval 2026 com enredo voltado à defesa de pets e ao incentivo ao respeito à vida durante as celebrações.

Bloco da Lisa, de Florianópolis (SC), tradicionalmente dedicado ao combate à violência de gênero, incluiu em suas mensagens a crítica à crueldade contra animais e citou o caso de Orelha.

As iniciativas mantêm o Carnaval como espaço de festa, mas também de mobilização, reforçando o apelo por justiça para o cão e por medidas efetivas contra a impunidade em casos de violência animal.

Com informações de Metrópoles

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *