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Deputado Nikolas Ferreira diz que Brasil não teme Moraes ao encerrar Caminhada pela Liberdade

O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) declarou, na tarde de 25 de janeiro de 2026, que o Brasil não teme o ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes. A afirmação foi feita na Praça do Cruzeiro, em Brasília, durante o encerramento da Caminhada pela Liberdade.

O protesto, que reuniu milhares de pessoas, começou em 19 de janeiro em Paracatu (MG) e percorreu cerca de 240 quilômetros até a capital federal, onde atos públicos ocorreram sob chuva intensa. Do alto de um carro de som, o parlamentar disse ter recuperado a esperança ao constatar a adesão popular e afirmou considerar a mobilização a maior caminhada já realizada no país.

Ferreira afirmou que o objetivo não era tomar o poder, mas reconhecer quem detém o poder, e pediu que os participantes permanecessem na Praça do Cruzeiro, evitando deslocamento para a Esplanada dos Ministérios. Ele acrescentou que qualquer tentativa de interrupção significaria apenas o início de novas ações.

Na véspera, o Gabinete de Segurança Institucional instalou grades em torno do Palácio do Planalto por precaução. O ato terminou sem a presença de membros da família do ex-presidente Jair Bolsonaro, como o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL-DF).

Durante a manifestação, a queda de um raio na estrutura metálica de segurança deixou pelo menos 30 feridos, 13 deles encaminhados a hospitais de Brasília.

Mais cedo, o deputado disse que a caminhada buscou alertar a população para denúncias envolvendo autoridades. Ele citou supostos escândalos do Banco Master, ligados à esposa de Moraes, e do INSS, que, segundo ele, beneficiariam um filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ferreira associou essas denúncias à precariedade de serviços públicos e agradeceu a Deus, pois, em sua avaliação, o país teria despertado.

O parlamentar relatou ainda que passou a usar colete à prova de balas por orientação da Polícia Legislativa Federal, alegando ter recebido ameaças e identificado, por meio de sua equipe de inteligência, três supostos infiltrados de esquerda.

Com informações de Gazeta do Povo

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